não quero!

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…voltar.

nada do que esteja por vir,
outra coisa.

outro gosto, dendê, banana pepper, pickles, kummel, curry, zatar. outro lugar pra estar.

Fora ARRUDA seu safado FdP!

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Certo dia, ‘passando’ pelo corredor da universidade onde estudo, ouvi umaestudante contar a uma professora a tragédia que estava vivendo por ter organizado um trabalho de campo no Pará em que no caminho o ônibus foi interceptado por assaltantes. Os/as estudantes, sem nenhuma compreensão de realidade e/ou probabilidade, estavam exigindo o dinheiro de volta da estudante, que sem nenhuma garantia “anti-realidade”, ou meramente qualquer tipo de seguro funcional no país em que vive, teria, se perdesse o processo judicial, de reembolsar os estudantes. A professora brilhante das rochas, vulcanismos, terremotos e processos naturais que tanto admirei nos tempos idos em que tive classes com ela, principalmente por suas admiráveis metáforas das “pedras” com “gente” (…e também pela lição de vida, em determinada ocasião, de que discursos não resolvem erosões), lamentava o ocorrido e passou então a desencadear -como num processo tectônico- as vergonhas de um país acomodado em suas próprias alienações e ignorâncias, não obstante, a metáfora estava na pauta do dia do Jornal Nacional: “ainda bem que pelo menos os estudantes no df estão nas ruas para manifestar a insatisfação do povo brasileiro”, isso foi no período do escândalo Arruda. Agora que esses mesmos manifestantes, que a “representaram” nas ruas apanharam e estão sendo ameaçados de morte, o que terá ela a fazer por eles/as? Esperar que alguém venha manifestar -correndo risco de vida por si só- suas insatisfações? Mais “vergonha” tenho, não daqueles/as que inevitavelmente defenderão seus interesses diferentes dos nossos, mas dos/as tantos/as outros/as que esperarão de alguém, a reação que cabe a todas/os ou pelo menos à ‘nós’.

ou então seria, mais do mesmo que condenar o/a outro/a, em prol de si
mesmo/a (ou do suposto "todos"):
http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=2898

e para os Arrudas, sem perdão, CABEÇA NA GILHOTINA.

compostagem

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def.: conjunto de técnicas aplicadas para controlar a decomposição de materiais orgânicos, com a finalidade de obter, no menor tempo possível, um material estável, rico em húmus e nutrientes minerais; com atributos físicos, químicos e biológicos superiores (…) àqueles encontrados na(s) matéria(s) prima(s).

só a vida ensina
pois então é necessário aprender a viver
para saber.

quando buscamos a matéria da inspiração
é a nós que estamos buscando
e só é possível encontrar-se
quando há algo pra contar de si ao mundo.

ao outro contamos o que é de todos,
contamos sobre o que um
vê sobre a sua volta

quando se fala de amor
do trabalho, da natureza, da injustiça
da alegria, dos sonhos, do cotidiano
falamos sobre como as coisas
se decodificam através de nossos olhos

como nosso coração as captam
e comunica ao nosso cérebro
para que possam transformar-se em palavras
e assim seguir existindo

quando lemos, escutamos, vemos
alimentamos a alma de nós mesmos
ampliamos o repertório
das formas de percepção do mundo

e assim as doamos de volta
ao mundo que evocou tal compreensão
através de nós mesmos
processadores de significações

que geram outra vez ao mundo como composto
de nossa própria existência.
é preciso através do corpo buscar a experiência
para através dela retroalimentar
o sistema que dá luz a vivacidade a nossa vontade de existir
e de transformar a matéria em movimento.

se vier, que venha

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armado.

novidades que chegam…

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ou: notícias do lado de cá, o terror que se espráia.

obama é talvez o primeiro presidente a se eleger pelos méritos do marketing, profissão tão em voga atualmente. o marketing se baseia na “opinião pública”, “na vontade da maioria”, para criar seus produtos, transformá-los, empacotá-los e então vendê-los, “Who I’am”, na forma de símbolos (não estou falando simplesmente em propaganda de qualidade, isso outros presidentes - ou pessoas, na sua versão Orkut - já fizeram igualmente apelativas e emotivas, mas não com o “feeling” de uma marca que chega pra ficar).

agora, pra quem se preocupa com as restrições a internet, seus usos corporativos, censura (típico de uso político institucional e corporativo), conto que do lado de cá (lá) da grande fronteira (o equador!) até os veículos “populares” - na sua origem inglesa “pop”, e não na latina “pobre” -, te obrigam agora à propaganda para acessar aquele vídeo que você escolheu ver (mas que a tv não havia lhe permitido escolher depois do comercial) e o que é melhor! depois de ver ao comercial “incorporado” antes da imagem “escolhida”, ainda temos a LIBERDADE de saber que:

“Unfortunately, these contents are not available for your region or the system was not able to recognize the origin of your connection”

but don’t worry! se alguém esta pensando que há aí algum tipo de restrição de entendimento só porque esta em inglês, um país tão diverso e multicultural como este preocupou-se em por a mensagem em três idiomas, se você está ainda numa região onde as leis AINDA não são tão severas (ou a tecnologia não é tão perspicaz p/ alcançar a severidade) provavelmente não irá vê-la (no entanto, menos interessante: verá o vídeo).

Mas louvemos tal liberdade de sabermos que não podemos ver o “content” (na tradução do google translation: conteúdo), ou alguém aí ainda acredita que pal M ou N e NTSC é mera diferença de ousadia e inteligencia tecnologica? Melhor sabermos que há uma intenção explicíta ao dizer que “não funciona no nosso sistema”, de outra maneira poderíamos crer que simplesmente “com agente não funciona” ou precisamos de “algo mais atual que rode estas tecnologias”.

e será que não tem sido assim? o que será que nunca vimos não por impedimento, mas por sequer saber que existe? e não estou dizendo que há diferença entre um lugar e outro no mundo hoje, apenas que há diferenças de “formalidades” e do que cremos não podemos, não sabemos ou IGNORAMOS.

aqui é claro que não pode, aí… não sei. se puder, por outras vias, mecanismos, tá garantido: não faz a mínima diferença o que se vê e o que se sabe, o importante é que: a população não tem poder de ação, então foda-nos, we like it: bunda.

Sin Fronteras

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Hoje recebi e finalmente consegui baixar o livro que a querida Jack preparou sobre a primeira experiência do Sin Fronteras Taller de Cine Documental, que ocorreu em agosto de 2008 no povoado de Condor Iquiña, Bolívia.

Para quem tiver interesse em dar uma olhada:
http://www.scribd.com/doc/25706926/Pensar-Sentir-y-Hacer-Cine-Documental

Aproveito a deixa para compartilhar o importante trabalho de final de curso que algumas companheiras do SF realizaram e recém finalizaram, dentro do que propõem chamar: “Multimeios e Memória: criação de uma plataforma multimeios para a preservação da memória coletiva da Revolta de Trombas e Formoso”

http://www.trombaseformoso.com/

HD Externo no Ubuntu 9.10

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Estava tendo problemas para montar um novo HD Externo da HP, mod. hd10000s de 1tb no recém instalado Ubuntu 9.10 Karmic Koala, ao tentar abri-lo retornava o erro:

Incapaz de montar HP Personal Media Drive

Error mounting: mount exited with exit code 13: $MFTMirr does not
match $MFT (record 0).
Failed to mount ‘/dev/sdb5′: Input/output error
NTFS is either inconsistent, or there is a hardware fault, or it’s a
SoftRAID/FakeRAID hardware. In the first case run chkdsk /f on Windows
then reboot into Windows twice. The usage of the /f parameter is very
important! If the device is a SoftRAID/FakeRAID then first activate
it and mount a different device under the /dev/mapper/ directory, (e.g.
/dev/mapper/nvidia_eahaabcc1). Please see the ‘dmraid’ documentation
for more details.

Depois de um domingo inteiro fazendo ligações pra HP (que por fim, não entendendo sequer a palavra “linux”, resumiu simplesmente que não era compatível) e pesquisando, sem muita convicção na net, o que seria a última tentativa, acabou resolvendo! e é muito simples:

# ntfsfix /dev/sdb5

e voilá!

hd externo funcionando belezinha =)
a fonte: http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=1307581

uma versão “atual” do futuro protomutante

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http://1.bp.blogspot.com/_SW_xwW8RvDw/SwwwpQZpntI/AAAAAAAAAUY/7KynoYgKECg/s1600/marcinho+VP.bmp

uma nova geração de insubmissas/os chegando?

outra versão da mesma história II

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13 de maio, desta vez em 1985 (97 anos depois…).

outra versao, da mesma história

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